Lista Cúlti&Pópi: As 5 Melhores Séries de Drama Criminal/Policial


Decidir quais seriam as melhores série de televisão é uma tarefa subjetiva, difícil, e por isso muitas vezes boba. Mas o puro exercício de criar uma lista de boas ou melhores séries pode ser algo intelectualmente interessante e divertido, principalmente quando tais listas podem servir somente como sugestões para aqueles que não sabem o que assistir.

Nesta lista constam apenas 5 séries de TV consagradas pelo público, todas já finalizadas, que tiveram influência na cultura pop ao se tornarem cults televisivos, e que apresentaram a “quebra da lei” no contexto urbano com uma abordagem sócio-cultural da criminalidade. Também são consideradas a qualidade da produção, a qualidade de atuação e de criação de personagens míticos da televisão.


5. Oz (1997–2003). Tom Fontana, HBO

Pontuação IMdB: 8.9



“Esta não é uma série para qualquer telespectador. É uma série violenta, sombria, obscena, profana, e bastante controversa”, afirma o usuário budmassey em sua crítica para o IMDb, que também declara no título de sua crítica que a influência da série “elevará o nível do drama de TV por anos”.

A série foi elevada às alturas por alguns críticos que a viram como um marco na história dos dramas televisivos. Outros críticos, no entanto, a condenaram pelo alto nível de violência. Na verdade, a série sobre o cotidiano dentro de um presídio masculino foi em grande parte muito bem recebida pelo público exatamente por sua abordagem de temas polêmicos. Crime, violência, nudez, e sexo; em Oz, nada foi tratado como tabu.

Criada e co-escrita por Tom Fontana, a série contou em um formato hiper realista o dia-a-dia dentro de uma unidade experimental de uma prisão de segurança máxima no estado de Nova York, a Oswald Maximum Security Penitentiary (Penitenciária de Alta Segurança Oswald), ou somente Oz. Fontana criou personagens complexos, violentos ao mesmo tempo em que tentou captar o ser humano, e através de flashbacks, narrou a estória que levou aqueles homens para Oz.

A série chocou em muito pelo retrato cru e violento do cárcere e também pelo contundente retrato da divisão étnica em forma de gangues hoje muito presente dentro das prisões dos EUA, com uma atuação forte também fora dos presídios. Mas foi a relação homossexual conturbada e violenta entre os personagens Tobias Beecher (advogado condenado por ter matado uma adolescente enquanto dirigia completamente bêbado), vivido pelo ator Lee Tergesen, e Chris Keller (psicopata manipulador responsável pela morte de vários homens gays), interpretado pelo ator Christopher Meloni, que realmente colocou a série no mapa dos bons dramas de televisão. Os dois atores serão lembrados por suas constantes e grandes cenas-duelo.

Monólogos de conteúdo histórico-filosóficos que apresentavam um determinado episódio ou personagem, formaram um interessante e curioso método de conta-estória em Oz. Esses monólogos eram narrados frente à câmera, dirigidos ao telespectador, dentro do cenário por vezes vazio da prisão, por um dos detentos: o filósofo cadeirante, Augustus Hill, interpretado pelo ator Harold Perrineau. Os monólogos por vezes soavam contextualizadores, ilustrativos. Já em outras vezes, porém, eles soavam um tanto quanto condescendentemente educativos. Mesmo assim, tal método deu uma característica teatral à série que a marca até hoje.

A série talvez seja uma das séries com o maior número de personagens altamente complexos. Tal característica pode ser um risco, mas Oz foi capaz de explorá-la com bastante coerência em relação a trama. Em diferentes episódios e temporadas, diferentes personagens chegavam a Oz, e muitos saíram do ar geralmente mortos—algo hoje visto e tido como um dos grandes “charmes” de séries como Game of Thrones e The Walking Dead.

Oz contou com a participação da lendária atriz portoriquenha Rita Moreno, premiada veterana dos palcos da Broadway e de Hollywood, que na série interpretou uma sobrecarregada freira atuando como psicóloga dentro do presídio. Outra grande participação foi o ator J.K. Simmons, ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante este ano por sua atuação no filme Whiplash (2014)que em Oz interpretou Vern Schillinger, o neonazista líder da gangue ariana.

Com toda a recepção positiva e negativa que recebeu, e com toda a polêmica que até hoje causa grande curiosidade e crítica, a série Oz hoje é, sem dúvidas, parte importante da história evolucionária das produções da HBO.

Assistindo a série, é possível ver vários rostos hoje bem conhecidos do público.

4. The Sopranos (1999–2007). David Chase, HBO

Pontuação IMdB: 9.3



O quê mais dizer sobre Os Sopranos que já não tenha sido dito? A série foi uma das melhores coisas que já aconteceram na televisão até hoje. A premissa: um mafiosos morador dos subúrbios de classe média alta de Nova Jersey que sofre de crises de ansiedade e faz psicoterapia. Este poderia ter se tornado o pior argumento para um drama televisivo (vide a merda que foi Máfia no Divã de 1999), mas todos sabemos que não foi isso que aconteceu com Os Sopranos. Na verdade, tal trama tornou Tony Soprano e seu intérprete, o ator James Gandolfini em uma atuação impecável, em personagem e figura lendárias da televisão, respectivamente, ajudando a ressuscitar o culto do gênero “anti-herói”.

A experiência de Tony na terapia gera uma verdadeira tensão entre ele e os membros de sua “família” que temiam que ele revelasse “segredos”. Inicialmente a tensão foca mais notadamente em sua mãe e seu tio Corrado “Junior” Soprano—outro personagem hoje lendário da TV interpretado com maestria por Dominic Chianese—que juntos formaram um ridículo e louco complô para matar Tony, o que, claro, deu pano pra manga nas sessões de psicoterapia. Mas o drama pessoal de Tony Soprano afeta toda a hierarquia da família da organização criminal que ele liderava, e o seu contato direto com outras famílias mafiosas.

Esta série sobre mafiosos, um tema recorrente nas produções de TV e filme estadunidenses, muitas vezes soou como uma sátira ao próprio tema. Os Sopranos, através de um humor ácido, pode ser lida como uma crítica ao fascínio pelo tema máfia, mas soa mais alto como uma crítica a decadência do núcleo familiar; como uma crítica a psicanálise e a igreja; e, principalmente, como uma crítica satírica sobre a decadência da cultura machista.

Já mais explicitamente, The Sopranos questionou a representação da cultura ítalo-estadunidense ligada ao estereótipo do ‘italiano mafioso’ através das conversas que a Dra. Jennifer Melfi (interpretada por Lorraine Bracco), psiquiatra de Tony Soprano, tinha dentro do seu círculo familiar, também origem italiana.

A mesma questão também foi levantada mais satiricamente quando Christopher Moltisanti (Michael Imperioli), pupilo e um dos capos (um tipo de comandante na hierarquia da máfia) de Tony Soprano, literalmente vai à Hollywood para tentar entrar na indústria cinematográfica e expandir os “negócios”, e entre algumas desventuras na capital do cinema, rouba uma bolsa de brindes de luxo das mãos da atriz Lauren Bacall que fez uma participação especial como ela mesma.

A relação de Tony com a Dra. Jennifer Melfi, e a relação dele com sua esposa, Carmela Soprano (vivida pela atriz Edie Falco), criaram grandes cenas dramáticas. As duas tarimbadas atrizes foram duas das forças motrizes da série.

The Sopranos vale a pena ser vista, mas há um preço: uns pesinhos a mais. Enquanto você assiste cada episódio, um imenso desejo por qualquer tipo de massa italiana despertará, já que comida é sempre um subtexto nos episódios. Por isso, prepare um ravióli, um espaguete, uns calzones, ou peça umas pizzas, pois acredite: será impossível ficar assistindo os personagens comendo o tempo todo sem sentir fome.

David Chase não apenas criou um clássico da dramaturgia televisiva, mas um verdadeiro cult que até hoje ainda desperta a atenção. Os fãs da série ainda seguem um debate ‘conspiratório’ sobre o seu último episódio: Tony Soprano morreu ou não?

3. Breaking Bad (2008–2013). Vince Gilligan, AMC

Pontuação IMdB: 9.5



A série, que recebeu o título “Breaking Bad – A Química do Mal” no Brasil, narra o impacto que um diagnóstico médico fatal pode ter em um homem aparentemente comum, morador da cidade de Albuquerque (Novo México). Com um filho adolescente portador de paralisia cerebral e com a mulher grávida prestes a dar a luz, o diagnóstico de câncer leva Walter White, químico brilhante que se encontra ensinando química para alunos medíocres de uma escola de ensino médio e fazendo bico em um lava-a-jato, a abandonar por completo a sua moralidade.

Walter encontra o sentido da palavra meritocracia ao se transformar em sua região no maior e melhor produtor de metanfetamina de altíssima qualidade, droga conhecida nos EUA como crystal (cristal). Mas Walter também se vicia. Não na droga, mas sim na quantidade de dinheiro que produz e—principalmente—no poder e na mitificação do seu nome e imagem como um dos melhores químicos a cozinhar o cristal, levando-o a ser cultuado até no México.

A série Breaking Bad foi incrivelmente precisa em captar como a sociedade pode pagar caro quando menospreza e, literalmente humilha aqueles que, apesar de seus grandes talentos e total genialidade, não conquistam respeito, prestígio e reconhecimento profissional ou social através das vias morais, éticas, e sobretudo legais.

Além do conceito e do roteiro, o ponto alto da série são os atores e as viradas constantes da trama em cada um dos episódios. Bryan Cranston, literalmente na pele do personagem principal, Walter White, conseguiu criar um personagem que já se encontra no panteão sagrado de personagens míticos da televisão. A drástica evolução do personagem sutilmente ilustrada de temporada em temporada, e de episódio a episódio, comandada com rara maestria pelo veterano ator de televisão, é simplesmente de a-rre-pi-ar. O total brilhantismo da atuação de Bryan Cranston, com absoluta certeza, é algo raramente visto na TV.

O mesmo pode ser dito sobre outros atores da série, e com certeza sobre Anna Gunn no papel de Skyler White, a mulher de Walter, e Aaron Paul vigorosamente na pele de Jesse Pinkman, ex-aluno de Walter que se torna seu parceiro em crime.

A relação de dependência desenvolvida entre Walter e Jesse é doentia e perversa ao mesmo tempo em que também apresenta uma forma de lealdade genuína e atitudes de amizade por vezes até magnânimas, mesmo quando eles tentam matar um ao outro. É possível afirmar, sem hesitação, que Walter e Jesse, ou Bryan e Aaron, foram os protagonistas de algumas das mais viscerais cenas-duelo da televisão.

A série teve uma cria na Netflix: Better Call Saul (“Melhor Ligar Pro Saul”), já totalmente disponível no Brasil, estrelando Bob Odenkirk que interpretou Saul Goodman em Breaking Bad, o advogado tranbiqueiro-porta-de-cadeia de Walter White, também criada por Vince Gilligan e que, pela primeira temporada, promete ser tão boa e quente quanto Breaking Bad.

2. The Wire (2002—2008). David Simon, HBO

Pontuação IMdB: 9.4



The Wire, que literalmente significa “o fio” mas que também se refere a um “O Grampo”, ou “A Escuta” telefônica, é hoje um verdadeiro cult nos Estados Unidos, conseguindo conquistar até mesmo os intelectuais dos campus das universidades estadunidenses. A série é fantástica não somente por ser altamente bem escrita e com atuações excelentemente no ponto, mas por abordar temas sociais já mais que batidos com muita coerência e com uma visão múltipla dos vários fatores envolvidos na criminalidade urbana.

David Simon, o criador, produtor executivo e principal escritor da série, trabalhou no jornal The Baltimore Sun por mais de uma década. Sua experiência como jornalista policial o levou a escrever dois livros: “Homicide: A Year on the Killing Streets” (“Homicídio: Um Ano nas Ruas Mortais”) de 1991; e “The Corner: A Year in the Life of an Inner-City Neighborhood” (“A Esquina: Um Ano na Vida de Um Bairro Pobre”) de 1997, co-escrito com o ex-detetive do departamento de homicídios da polícia de Boston, Ed Burns, livro que deu origem a série The Wire.

De maneira quase microscópica, a série abordou o mundo dos traficantes de drogas da cidade de Baltimore (Maryland), suas relações familiares, a questão de moradia e a realidade dos bairros pobres, e o ingresso de jovens no mundo do tráfico. Ao exato mesmo tempo, as temporadas de The Wire discutiram a corrupção e fragilidade de atuação da polícia, dos políticos, das lideranças sindicais, do sistema educacional público, e da mídia—principalmente dos jornalistas.

Sempre presente como o local de trabalho de crianças e jovens negros descartáveis, em The Wire, as “esquinas” não somente ilustravam uma parte importante da política das drogas, mas também como parte integral na manutenção das sempre mesmas políticas públicas e na perpetuação do mesmo tipo de políticos. Sair da esquina era quase que impossível. Desta forma, a esquina ao mesmo tempo se torna o local crucial para a construção e, ironicamente, para a destruição da credibilidade de instituições e políticas públicas e de seus líderes e dirigentes. Na série, tudo estava ligado, conectado, revelando um ciclo altamente corrupto e socialmente corrosivo.

A série The Wire também excedeu em criatividade apresentando personagens fortes que se tornaram emblemáticos dos conflitos sócio raciais dos EUA de hoje. Dentre os vários personagens está Omar Little (interpretado pelo ator Michael Kenneth Williams), o bandido gay que, com a sua espingarda Mossberg 500 Cruiser embaixo de seu longo casaco preto, só roubava traficantes e ajudava a comunidade que o respeitava e o temia profundamente. A frase “Omar tá vindo aí, ô meu!”, gritada por alguma criança nas ruas do bairro pobre, era o aviso para os moradores se recolherem, pois o chumbo ia cantar.

Outros personagens preciosos da série: James ‘Jimmy’ McNulty (vivido pelo ator inglês Dominic West), o policial mulherengo, alcoólatra, competente e obcecado em pegar bandidos, e arquiteto do plano de “escuta”. Na mira de McNulty estava Russell ‘Stringer’ Bell (interpretado pelo ator inglês Idres Elba que depois veio a estrelar como protagonista na série policial inglesa, Luther), estudante de economia e braço direito do traficante Avon Barksdale, que assume o comando das operações quando Avon vai pra cadeia. E, é claro, Clay Davis (Isiah Whitlock Jr.), o político mais do que corrupto que usa a palavra shit (“merda”) constantemente de forma hilária e única, Sheeeeeeeit.

Os temas sociais de alta relevância, a atuação realista e espontânea na medida perfeita do elenco, assim como o humor escondidamente escancarado, fazem com que The Wire seja uma das melhores séries dos últimos tempos. Sem necessariamente ser pretensiosamente didática ou acadêmica, a série ainda vem servindo como referência para a análise de temas sociais que hoje afligem diferentes cidades dos EUA e ajudam a entender as ondas de manifestações violentas contra a ação da polícia e da justiça em relação à população negra daquele país.

Vale a pena lembrar que mesmo sendo socialmente carregada, The Wire é também divertida.

1. Law & Order (1990–2010). Dick Wolf, NBC

Pontuação IMdB: 7.7



Certamente muitos não irão concordar com a colocação de Law & Order (“Lei & Ordem”, literalmente em português) no primeiro lugar desta lista, e isso é compreensível e altamente aceitável. Mas a razão principal desta escolha não se dá somente pelo fato desta série ter introduzido um formato bem simples e inovador para abordar a eterna paixão do expectador estadunidense com o crime, com a lei e, principalmente com os dramas de tribunal.

Law & Order não tão somente inovou, mas ficou no ar por 20 anos; com exceção de Star Trek, Law & Order lançou uma franquia sem precedentes na televisão; contou com participações especias de personalidades do cinema, do teatro, e da TV estadunidense; e ajudou a carreira de vários atores super talentosos hoje super reconhecidos da telinha e da telona. Queira-se ou não, a série é um marco na história da televisão.

Tal formato inovador tinha a seguinte e simples fórmula: a divisão dos episódios em 2 partes que mostravam o trabalho da polícia e da promotoria pública. A primeira parte consistia na apuração do crime, geralmente uma morte, e apreensão do(s) suspeito(s). A segunda parte abordava a indiciação do acusado, a montagem do processo de acusação pela promotoria pública, e o julgamento do caso. A série pode ser considerada como um curso básico introdutório de direito criminal em 20 tomos.

A música tema e a vinheta da série são hoje clássicos das trilhas de TV, assim como o texto de abertura narrado em voz grave que descreve a fórmula da série:

No sistema judiciário criminal, o povo é representado por dois grupos distintos porém igualmente importantes: a polícia que investiga os crimes, e os promotores de justiça que processam os autores. Estas são suas estórias.

O personagem icônico da série é Jack Mccoy, interpretado Sam Waterston, o promotor implacável e abertamente liberal que ia até as últimas consequências para por criminosos atrás das grades. Suas alegações finais no tribunal no final de cada episódio, foram sempre marcadas pela simplicidade do por que a condenação seria a decisão mais apropriada, ditas de maneira contundente e, claro, dramática.

Law & Order mostrou os vários contextos e personagens dentro do processo legal criminal no estado de Nova York. Da apuração do crime pela polícia à indiciação dos suspeitos, até o julgamento do caso, os episódios discutiam os aspectos legais e circunstanciais dos crimes, bem como os aspectos políticos e sociais do caso. Apresentando críticas sociais, vários episódios abordaram o aspecto ético, tanto da política, da polícia, da prática da advocacia (e outras profissões liberais), do trabalho da promotoria, das testemunhas, da mídia, quanto a ética da própria lei. Nestes casos, a dramaturgia da série por vezes se elevava.

Todos os casos eram abordados com bastante realismo, incluindo as falhas policiais e processuais. Tal realismo incluía por vezes episódios nos quais a promotoria não conseguia condenar aqueles evidentemente culpados. Ou seja, nem todos os episódios tinham um final feliz.

Mesmo sendo muito boa, mas não uma das mais fantásticas dramaturgias da TV, Law & Order conseguia compensar com a criatividade do roteiro. O grande tchan da série: os episódios eram baseados em acontecimentos ou escândalos reais, e tinham como palco a cidade de Nova York. Entre inúmeros, um crime real e notório de dezembro de 1999 em uma boate que deixou três pessoas com lesões, e que envolvia nada menos que a atriz/cantora Jennifer Lopez e o rapper/ator Sean “Puffy” Combs, na época namorados. O caso foi reelaborado para um episódio da série em 2001, como um assassinato de um aspirante a rapper em uma casa noturna de Nova York envolvendo duas grandes celebridades que saíram impunes.

Criada por Dick Wolf, a série em suas 20 temporadas lançou duas outras séries de sucesso, hoje conhecida como a “franquia Law & Order”: Law&Order Criminal Intent (2001–2011), que foi excelente; Law & Order Special Victims Unit (1999-), que no seu início foi muito boa mas que hoje basicamente se resume à vida pessoal da policial Olivia Benson, e dos outros policiais, perdendo assim o seu charme. A franquia também teve outras duas rápidas tentativas frustradas de somente 1 temporada, com Law & Order: Trial by Jury (2005 – 2006) que tinha como foco o trabalho da defensoria pública de Nova York; e mais tarde, e por último, com Law & Order LA (2010—2011), que refletia a série original mas locada no meio ambiente legal da cidade de Los Angeles. Ainda, a franquia foi exportada para a Inglaterra como Law & Order UK (2009-), que adapta os roteiros da série original para o contexto britânico.

Abaixo, vídeo editado com todas as aberturas de algumas séries da franquia.



Como mencionado anteriormente, em seus 20 anos, Law&Order foi parte importante na carreira de ótimos atores e atrizes, como a do ator Chris North, da atriz Viola Davis e de Adam Driver. A série também contou com a presença de atores já consagrados, tanto de Hollywood (como Julia Roberts e Alfred Molina) quanto dos palcos da Broadway (como as veteranas do teatro Angela Lansburry e Patti Lupone). Não podendo deixar de ser mencionado, o ator J.K. Simmons interpretou por várias temporadas o psiquiatra Dr. Emil Skoda, a quem o promotor Jack Mccoy recorria em busca de pareceres sobre a sanidade mental de algum acusado. Vários outros atores e atrizes revesaram-se nos papéis dos policiais principais assim como nos das assistentes do promotor Mccoy.

Outro fato importante que ajuda a justificar escolha da série em primeiro lugar: Em todas as outras 4 séries desta lista, haverá pelo menos 1 ator ou atriz que esteve presente em um ou mais episódios de Law & Order.

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Nota: Esta é nossa primeira lista deste tipo e de nenhuma maneira despreza a qualidade de várias outras séries fantásticas. E, por favor, sintam-se livres para não concordar—afinal, para que mais servem tais listas? Ou, por outro lado, apenas troquem mentalmente o termo “Melhores” no título desta postagem, pela palavra “Grandes”—termo bem menos competitivo—e a lista se tornará em uma simples sugestão de séries.

c&p

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