Fotografias de Rituais Religiosos desta Semana

Peregrinos muçulmanos se reúnem no Monte Arafat, perto de Meca, para participar de um dos rituais do Hajj em 3 de outubro. (The Big Picture). Foto: Mohammed Al-Shaikh / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Esta semana em várias partes do mundo, realizaram-se os preparativos para os principais feriados dos judeus e dos muçulmanos. Do Hajj ao feriado do Eid al-Adha, e dos Dias de Penitência ao Yom Kippur.

Imagem de Judeus ortodoxos refletida na janela de um carro quando este se reuniram em uma colina com vista para o mar Mediterrâneo para participar da cerimônia do Tashlich na cidade de Herzeliya em Israel, no dia 2 de outubro. Tashlich, que significa “jogar fora” em hebraico, é a prática na qual os judeus vão a um grande corpo de água e, simbolicamente, “jogam fora” os seus pecados atirando um pedaço de pão ou um alimento semelhante, dentro da água antes do feriado judaico do Yom Kippur, que começa na sexta-feira. (The Big Picture). Foto: Oded Balilty / Associated Press; Reprodução/Internet.







Em todo o Oriente Médio e no mundo, houveram preparativos para os principais feriados dos judeus e dos muçulmanos. Com a culminação do Hajj, o feriado muçulmano de Eid al-Adha é comemorado neste fim de semana. O Yom Kippur, que em hebraico significa literalmente o “dia da cobertura” comemora o término do período dos “Dias de Reverência” ou “Dias de Penitência” (do hebraico ימים נוראים) para a comunidade judaica.

Peregrinos muçulmanos se reúnem para orar no santo Monte Arafat (em árabe, جبل عرفات, Jabal ‘Arafat ou Jabal ar-Rahmah), ou a ‘montanha de perdão’ (também chamada de “montanha da piedade” em português), durante a peregrinação anual, conhecida como hajj, perto da cidade de Meca, na Arábia Saudita, 3 de outubro. (The Big Picture) Foto: Khalid Mohammed / Associated Press; Reprodução/Internet.

Meninos judeus ortodoxos rezam ao longo do rio Ayarkon na cidade de Ramat Gan, perto de Tel Aviv, durante o ritual do Tashlich no dia 2 de outubro. A cerimônia do Tashlich é realizada um dia antes do Dia da Expiação ou Yom Kippur. (The Big Picture). Foto: Jack Guez / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Estudantes palestinos se reúnem em torno de um modelo representando a Kaaba, ou Caaba, em Meca, na Arábia Saudita, que é um dos locais mais sagrados do Islã, em uma escola na cidade de Nablus, dia 30 de setembro. A exibição fez parte de uma aula que os alunos receberam sobre o Hajj, ou peregrinação, à Meca. Todo muçulmano é obrigado a realizar o Hajj pelo menos uma vez em sua vida se for capaz de fazê-lo. (The Big Picture). Foto: Nasser Ishtayeh / Associated Press; Reprodução/Internet.

No dia 30 de setembro uma mulher palestina prepara bolos tradicionais na loja de um mercado, antecedendo o Eid al-Adha (em árabe, عيد الأضحى), ou “Festa do Sacrifício, na cidade de Nablus. (The Big Picture). Foto: Abed Omar Qusini / Reuters; Reprodução/Internet.

Cabras olham para fora de uma janela do ônibus que as transporta a um mercado de gado para venda, em preparação para o feriado muçulmano de Eid al-Adha, ou “Festa do Sacrifício”, nos arredores de Islamabad, capital do Paquistão, em 2 outubro. (The Big Picture). Foto: Muhammed Muheisen / Associated Press; Reprodução/Internet.


Hajj 

Uma vez por ano, os muçulmanos de todo grupo étnico, cor, status social e cultura, reúnem-se em Meca e juntos diante da Kaaba louvam a Deus. É um ritual que se destina a promover os laços de irmandade islâmica, mostrando que todos são iguais aos olhos de Deus. 

O Hajj faz os muçulmanos sentirem a real importância da vida aqui na terra, e a vida após a morte, pelo despojamento de todos os marcadores de status social, riqueza, e orgulho. No Hajj todos são verdadeiramente iguais. 

Os ‘Hajjis’, ou peregrinos, vestem simples roupas brancas chamadas de ‘Ihram’. Durante o Hajj os peregrinos realizam atos de culto e renovam seu senso de propósito no mundo. 

Meca é um lugar que é sagrado para todos os muçulmanos. É tão sagrado que nenhum não-muçulmano é permitido entrar. 

Para os muçulmanos, o Hajj é o quinto e último pilar do Islã. O ritual ocorre no mês de ‘Dhul Hijjah’ que é o décimo segundo mês do calendário lunar islâmico. É a jornada que todos os muçulmano adultos e sadis devem realizar pelo menos uma vez em suas vidas, se eles puderem pagar e forem fisicamente capazes. (BBC Religions)



Judeus ortodoxos mantêm galinhas sobre suas cabeças ao realizarem o rito do Kaparot em Jerusalém, no início da manhã de 2 de outubro, antes do Yom Kippur, o Dia do Perdão judaico, que começa no pôr do sol de sexta-feira. (The Big Picture). Foto: Ronen Zvulun / Reuters; Reprodução/Internet.

Comerciantes afegãos andam com os seus animais em um mercado de gado antecedendo o festival sacrificial do Eid al-Adha no início da manhã de 2 de outubro na cidade de Cabul. Muçulmanos de todo o mundo se prepararam para a celebração do festival anual do Eid al-Adha, ou o Festival do Sacrifício, que marca o fim da peregrinação Hajj à Meca e comemora a boa vontade do profeta Abraão em sacrificar seu filho, e assim mostrando obediência a Deus. (The Big Picture). Foto: Shah Marai / AFP / Getty Image; Reprodução/Internet.

Adoradores judaicos participam do ritual do Tashlich na costa do Mar Mediterrâneo em Herzliya, perto de Tel Aviv em 2 de outubro, antes do Yom Kippur. (The Big Picture). Foto: Baz Ratner / Reuters; Reprodução/Internet.


Yom Kippur

Após o pecado do bezerro de ouro, Moshê (Moisés) rezou e, no dia dez do mês hebraico de Tishrei, D'us concedeu pleno perdão ao povo judeu.

Yom Kipur é o Dia da Expiação, sobre o qual declara a Torá: “No décimo dia do sétimo mês afligirás tua alma e não trabalharás, pois neste dia, a expiação será feita para te purificar; perante D'us serás purificado de todos teus pecados”.

Esclarecendo a natureza de Yom Kipur, o Rambam escreve: “É o dia de arrependimento para todos, para o indivíduo e para a comunidade; é o tempo do perdão para Israel. Por isso todos são obrigados a se arrepender e a confessar os erros em Yom Kipur”.

A expiação obtida através de Yom Kipur é muito mais elevada que aquela conseguida através do arrependimento, pois neste dia os judeus e D’us são apenas um. O judeu une-se com D’us para revelar um vínculo intocável pelo pecado, sem obstáculos.

Teshuvá, o retorno do judeu ao bom caminho, não está restrito apenas a Yom Kipur. Há muitas outras épocas que são propícias para que isto ocorra, e na verdade, um judeu pode, e deve, ficar em estado de reflexão, alerta e arrependimento todos os dias do ano. (PT.Chadab.org)



Crianças judias ortodoxas ajudam a vender galinhas durante a cerimônia do Kaparot em Jerusalém, em 2 de outubro. O ritual judaico supostamente transfere os pecados do ano passado para o a galinha ou para o galo, e é realizado antes do Dia da Expiação, ou Yom Kippur, o dia mais importante do calendário judaico. (The Big Picture). Foto: Menahem Kahana / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Em um mercado em Carachi, cidade mais populosa do Paquistão, um comerciante de gado paquistanês decora um camelo para atrair clientes antes do festival sacrificial do Eid al-Adha, em 1o. de outubro. (The Big Picture). Foto: Asif Hassan / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Um homem carrega carne em preparação para o feriado muçulmano de Eid al-Adha em um açougue no Cairo, capital do Egito, no dia 2 de outubro. (The Big Picture). Foto: Hussein Tallal / Associated Press; Reprodução/Internet.

No dia 2 de outubro um homem judeu ortodoxo retirou sua roupa e lançou-se ao mar Mediterrâneo em uma praia no norte de Tel Aviv, Israel, após recolher notas escritas a mão de um grupo de judeus (atrás dele na foto), a fim de lançá-las ao mar como parte do ritual do Tashlich. Durante o ritual, todos os pecados do ano que se vai são arremessados em um corpo de água corrente. (The Big Picture). Foto: Jim Hollander / EPA; Reprodução/Internet.

Peregrinos muçulmanos indonésios chegam ao Monte Arafat, perto da cidade sagrada de Meca, em 2 de outubro. Uma enorme multidão de peregrinos muçulmanos, todos vestidos de branco, se dirige ao Monte Arafat, no oeste da Arábia Saudita, para participar dos principais rituais anuais do hajj. (The Big Picture). Foto: Mohammed Al-Shaikh / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Judeus rezam no Muro das Lamentações, o local mais sagrado do judaísmo, antecedendo o Yom Kippur na Cidade Velha de Jerusalém, Israel. Em 3 de outubro. (The Big Picture). Foto: Abir Sultan / EPA; Reprodução/Internet.

Na noite de 3 de outubro, peregrinos muçulmanos se reúnem no Monte Arafat, perto de Meca, onde eles executam um dos rituais do Hajj. (The Big Picture). Foto: Mohammed Al-Shaikh / AFP / Getty Images; Reprodução/Internet.

Um homem Ortodoxo chicoteia um outro homem judeu com uma tira de couro como uma punição simbólica dos seus pecados durante a tradicional cerimônia Malkot, um ritual de flagelo, poucas horas antes do início do Yom Kippur em uma sinagoga na cidade de Beit Shemesh, em Israel, no dia 3 de outubro. (The Big Picture). Foto: Lior Mizrahi / Getty Images; Reprodução/Internet.

Crianças palestinas seguram um pilar que simboliza a Kaaba enquanto aprendem sobre o conceito muçulmano do Hajj, ou a “peregrinação” à Meca, em uma escola na cidade de Hebron, no dia 1o. de outubro. (The Big Picture). Foto: Bed Al Hashlamoun / EPA; Reprodução/Internet.

Judeus ortodoxos se reúnem em uma colina com vista para o mar Mediterrâneo ao participar de uma cerimônia do Tashlich na cidade de Herzeliya, Israel, no dia 2 de outubro. (The Big Picture). Foto: Oded Balilty / Associated Press; Reprodução/Internet.

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Fonte: “Observing rituals of faith”, de Leanne Burden Seidel em The Big Picture—Boston.com; BBC Religions; Shemaysrael.com; Chadab.org.

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